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Guia da Saúde

Ácido fólico em feijão e leguminosas

Lentilha, feijão preto e grão-de-bico estão entre as fontes de ácido fólico mais consistentes da dieta brasileira — presentes com frequência no dia a dia, o que ajuda a somar a ingestão do nutriente sem depender de alimentos menos comuns.

Ácido fólico em leguminosas (por 100 g)

LeguminosaÁcido fólico (mcg/100g)
Lentilha cozida~180 mcg
Feijão preto cozido~130-150 mcg
Grão-de-bico cozido~120-160 mcg

O feijão do prato de todo dia já conta

Diferente de nutrientes que exigem alimentos menos comuns, o ácido fólico do feijão já entra na dieta de boa parte da população brasileira por hábito, sem esforço extra — uma porção comum de feijão no almoço ou jantar já contribui com uma fatia relevante da recomendação diária.

Leguminosas somam ácido fólico com outros nutrientes importantes

Além do ácido fólico, feijão, lentilha e grão-de-bico contribuem com fibra, ferro e proteína vegetal — o que torna esse grupo de alimentos particularmente eficiente para quem busca melhorar vários aspectos da dieta ao mesmo tempo, não só um nutriente isolado.

Veja também ácido fólico em vegetais verde-escuros e alimentos fortificados com ácido fólico no Brasil, ou volte para a tabela de alimentos ricos em ácido fólico.

Perguntas frequentes

Qual leguminosa tem mais ácido fólico?

A lentilha cozida está entre as mais concentradas, seguida de perto pelo feijão preto. Grão-de-bico também contribui de forma relevante.

O feijão do dia a dia já ajuda a atingir a recomendação de ácido fólico?

Sim — como o feijão é consumido com regularidade na dieta brasileira, mesmo uma porção comum já contribui de forma relevante para a IDR de 240 mcg, sem exigir mudanças especiais na rotina alimentar.

Leguminosas enlatadas mantêm o mesmo teor de ácido fólico?

Costumam ter um teor um pouco menor do que as cozidas em casa, já que parte do nutriente se perde no processo industrial e no líquido de conserva — mas ainda contribuem de forma relevante, especialmente se o líquido não for totalmente descartado.

Fontes

  1. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO), 4ª edição — NEPA/Unicamp

Escrito por Lucas Silva · Revisado por Lucas Silva · Atualizado em 23 de julho de 2026