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Guia da Saúde

Tabela comparativa de cálcio por alimento

Comparando lado a lado, o cálcio não é exclusividade de laticínios — gergelim e sardinha com espinha aparecem entre as fontes mais concentradas, ao lado dos queijos mais curados.

Ranking de cálcio por 100 g

PosiçãoAlimentoCálcio (mg/100g)
Queijo parmesão~1.100 mg
Gergelim~975 mg
Queijo minas~500-600 mg
Sardinha enlatada (com espinha)~380 mg
Tofu~350 mg
Couve~150 mg
Iogurte~120-140 mg
Leite~120 mg/100ml
Brócolis~86 mg

O cálcio aparece em contextos bem diferentes

Diferente de nutrientes concentrados em um grupo específico de alimento, o cálcio aparece de formas bem diferentes na tabela: em queijos pela concentração do processo de fabricação, na sardinha pelas espinhas comestíveis, no gergelim pela composição natural da semente e em vegetais como couve e brócolis em quantidade mais modesta, mas ainda relevante.

Como montar um dia com cálcio suficiente

Para atingir os 1.000 mg diários recomendados, uma combinação prática pode incluir uma porção de laticínio (leite ou iogurte no café da manhã), uma porção de vegetal verde-escuro (couve ou brócolis no almoço) e, ocasionalmente, sardinha ou gergelim como variação — em vez de depender de um único alimento.

Veja também cálcio em laticínios e cálcio em vegetais e sementes, ou volte para a tabela de alimentos ricos em cálcio.

Perguntas frequentes

Qual é o alimento com mais cálcio entre os comuns no Brasil?

O queijo parmesão costuma liderar, seguido de perto pelo gergelim — uma semente que surpreende por ter teor comparável a queijos curados.

Sardinha tem mais cálcio que o leite?

Sim, bastante — a sardinha enlatada com espinha supera o leite em cálcio por 100 g, porque parte do cálcio vem das próprias espinhas amolecidas pelo processo de enlatamento.

Por que essa tabela mistura laticínios e não laticínios?

Para dar uma visão completa das opções disponíveis, já que cálcio não é exclusivo de leite e derivados — comparar todas as fontes juntas ajuda quem não consome laticínios a identificar alternativas eficientes.

Fontes

  1. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO), 4ª edição — NEPA/Unicamp

Escrito por Lucas Silva · Revisado por Lucas Silva · Atualizado em 23 de julho de 2026